Quando era pequeno meu pai costumava cantar essa música para mim... adorava ouvi-la, espero que gostem:
Morena, Morena de mim guarda pena
escrevo esta carta, um bilhete talvez
são coisas pequenas tão tristes Morena
mas têm seu valor
É que amanhã de manhã bem cedinho
eu parto para longe vou me regenerar
arranjar emprego para ter meu sossego
e a vida de malandro vou me afastar
Cuide bem do barraco do saco ensarrafo
que eu mesmo comprei, amanhã já faz mês
cuide bem do meu gado do meu passarinho
conserte o meu rádio o meu cavaquinho
e a pesar do bilhete amanhã compro leite
uma garrafa de gás, prepare o jantar...
é que a gente nunca sabe se a saudade for tão forte
talvez eu vá...
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
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João, uma amiga também canta esta música sempre que nos reunimos e tal...
ResponderExcluirTeu pai ainda é vivo? Pergunta para ele se sabe de quem é ou qualquer tipo de referencia, por favor!!!
A letra que nilzinha canta é um pouco diferente da sua, mas é a mesma música com certeza.
Um abraço!!!
Morena Morena
ResponderExcluirTive tanta pena
Escrevo uma carta, bilhete talvez
São coisas pequenas
Tão simples, Morena
Mas têm seu valor, éééé
É que amanhã, no trem da tardinha
Eu parto pra longe,
Vou a General
Vou arrumar emprego,
Pra ter meu sossego
Dessa vida de malandra
Eu vou me afastar...
Cuide bem do barraco
Dos trapos e farrapos
Que eu mesmo arrumei
Já faz bem um mês
Mas deixo na mesa
Dinheiro e tristeza
Alegre vou sóóóó
Ééééé
É que amanhã, no trem da tardinha
Eu parto pra longe,
Vou a General
Vou arrumar emprego,
Pra ter meu sossego
Dessa vida de malandra
Eu vou me afastar...
Cuide bem do barraco
Do meu cavaquinho
Não mate meu galo
Nem meu passarinho
Conserve o meu rádio
Pra ter alegria
Escove o terno azul
E a bandeira da Bahia
Não, não fique sozinha
Vá pra casa da vizinha
Para conversar, éeeeeeeeee
E apesar do bilhete
Amanhã compre o leite,
Uma garrafa de gás
E faça o jantar
Porque a gente nunca sabe
Se a saudade for mais forte
Eu talvez nem vá,não sei
Se voltarei, meu bem, não sei...
Se voltareeeeeeeeeei não sei
Minha irmã mais velha cantava para mim essa música na década de 1970. o refrão (apesar do bilhete...) é inesquecível.
ExcluirSeu pai cantava essa música desde que o conheci!!!
ResponderExcluirUm amigo de adolescência cantava essa música. Deus saudade agora e eu resolvi buscar na internet. Será que alguém poderia postar no youtube o video com melodia e letra?
ResponderExcluirAdorei achar a letra aqui!
Como faço pra entrar em contato com você? Qual é seu e-mail? Quero falar sobre esta música.
ResponderExcluirAté!
Essa música eu a escutava quando era garoto, na Ilha de Itamaraca, em epocas de veraneios, nos meados dos anos 70. Dizem que é de um baiano, porém nunca a ouvi nas rádios. Quanto tempo!!
ResponderExcluirMarceloaregis@gmail.com
Sim, esta musica tem o nascimento na ilha de itamaraca, na década de 70 com um cara que frequentava minha casa, Jô(Joelson)irmão de Tiè, os dois já falecidos...
ResponderExcluirLembro-me que era nosso "cartão de visita"! E, todos adoravam.
Conheci essa música em Recife, na década de 70. Não sei o autor... gostaria muito de ouvi-la novamente!!!
ResponderExcluirAdoro essa música, ontem eu e meu primo estávamos falando sobre ela. Pois ele sempre cantava para os amigos e reuniões em família. Conheci na década de 70 em Recife.
ResponderExcluirSe alguém tiver alguma informação, pode me mandar um e-mail, pois já fiz de tudo pra achar mais informação e nada.
Adoro essa música, ontem eu e meu primo estávamos falando sobre ela. Pois ele sempre cantava para os amigos e reuniões em família. Conheci na década de 70 em Recife.
ResponderExcluirSe alguém tiver alguma informação, pode me mandar um e-mail, pois já fiz de tudo pra achar mais informação e nada.
João, meu filho, essa música que eu cantava quando você era pequeno, era a minha favorita. Gostaria de informar aos amigos acima, que ainda estou "vivinho da Silva", rsrsrs!
ResponderExcluirOuvia esta música nas serestas na Ilha de Itaparica/BA, década de 70. Quem tocava e cantava esta música era um grande amigo chamado Luiz Alberto Dórea dos Anjos, conhecido como Betinho. Foi uma época muito boa. Nossa turma sempre acampava nesta ilha. Barraca, sol, pinga, pouco dinheiro e muita alegria!!!
É do Ciro Aguiar. Moema morena, é com tanta pena que eu deixo esta carta. Bilhete, talvez. É coisa pequena, tão triste Moema, mas tem seu valor. É oque amanhã, no trem da tardinha eu parto pra longe, vou regenerar......
ExcluirCiro Aguiar gravou mas acredito ser de João Lima!
ResponderExcluirEsta Musica eu escutei em 1969 apresentada durante um festival de musica no Cine Teatro Samuel Campelo em Jaboatão - Pernambuco com o titulo "Morena" e sua primeira estrofe era assim:
ResponderExcluirMorena, morena de mim quanta pena,
Escrevo esta carta, bilhete talvez,
É coisa pequena tão triste morena,
mas tem seu valor.
Esta musica ficou em segundo lugar neste festival.
Conserte o meu rádio pra ter alegria, escove o terno azul e a bandeira do Bahia
ResponderExcluirMeu irmão cantava quando morávamos em Salvador, no corredor da vitória. Exatamente assim como essa estrofe. Hj meu irmão não está mais entre nós, e saudade bateu tal forte.
ExcluirNossa, procurei achando que encontraria uma ref.
ResponderExcluirConheço desde adolecente, meu namorado na época hj meu marido cantava e tocava e não sabia de quem era
ResponderExcluirAmo essa músuca
ResponderExcluirMeu Deus eu ouvia essa música quando pequena por minha mãe, ela cantava e tocava violão, hoje tenho 34 anos e canto ela pro meu filho de 10 anos, na verdade eu sempre cantei desde a época da gestação.... mas a versão dela, a que eu canto é diferente, vou escrever aqui, já procurei muito por ela cantada, mas nunca encontrei na internet.
ResponderExcluir"moreno, moreno que de mim sente pena, escrevo essa carta um biblete talvez, são coisas pequenas que existem moreno além disso só....é que amanhã no trem da tardinha parto pra longe vou regenerar, vou arranjar um emprego para ter meu sossego a vida de malandro vou me afastar, cuide bem do barraco do trapo farrapo que um dia eu comprei, já faz bem 1 mês ponho na mesa dinheiro e tristeza além disso só, cuide bem do barraco do meu cavaquinho, não mate meu galo nem meu passarinho, conserte o meu rádio para ter alegria, escove o terno azul e a bandeira do bahia, não fique sozinho vá pra casa do vizinho para conversar la la laiá, amanhã compre o leite, amanhã compre o leite uma garrafa de gás prepare o jantar, pois a gente nunca sabe a saudade é mais forte talvez eu não vá, la laiá, la laiá..."
Nossa, que lembrança boa! Quando rapaz, ouvia um cunhado cantando e hoje bateu a saudade daquele antigo tempo bom.
ResponderExcluirTambém ouvia quando era criança. Muito linda!
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